Sem Tostão
Kuarup Discos

 


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O show “Sem tostão… a crise não é boato” com Cristina Buarque & Henrique Cazes estreou em março de 1992 e percorreu boa parte do país, sendo gravado ao vivo e lançado em 95 no Brasil e na Europa. Em outubro de 1999, Cristina e Henrique se uniram para novo mergulho na obra do Poeta da Vila com o show “Sem tostão 2… a crise continua”. Agora, resumem os dois espetáculos em um novo show que traz as mais brilhantes composições de Noel, entremeadas por histórias engraçadas e informativas.

Partindo da grande familiaridade de Cristina com a o universo do samba e da experiência de Henrique em mais de 20 anos com o Conjunto Coisas Nossas, especialista na obra de Noel; foi traçado um retrato rigoroso e leve deste que em apenas 26 anos de vida e pouco mais de 8 de trabalho musical, marcou fortemente a Música Brasileira.

Nos CDs e no espetáculo, uma sucessão de blocos temáticos, intercalados por histórias engraçadas e reveladoras do espírito "noelino" se desenrolam ao longo de pouco mais de 1 hora. Os tipos cariocas, a avareza, a exaltação ao bairro da Penha, a violência urbana (já em pauta nos anos 30), as relações entre a mulher e a mentira, a polêmica com Wilson Batista e um grande bloco falando da crise que ainda é a mesma, mostram um Noel inteiramente atual, mais de 60 anos após sua morte.



Cristina Buarque

Caçula de uma família de talentos, Cristina começou em São Paulo cantando Paulo Vanzolini e em 1974 despontou com o sucesso do samba "Quantas lágrimas" de Manacéa da Portela. Daí gravou uma série de discos e se tornou uma referência tanto do ponto de vista interpretativo quanto do conhecimento de vastíssimo repertório dos melhores sambistas.

Ao longo de sua carreira Cristina Buarque deixou claro que a opção pelo samba não era oportunismo e sim uma paixão que ela celebra cantando com a Velha Guarda da Portela, fazendo participações especiais em shows de Paulinho da Viola ou resgatando a obra de grandes mestres do gênero, como no recente CD “Ganha-se pouco mais é divertido” , dedicado à obra de Wilson Batista..